Obrigada todo mundo
Obrigada a todos
Mundo, Obrigada
Obrigada todo mundo
Ô! Brigada! Mundo todo!
Obrigada!
Written island of thoughtS
Eu preciso falar para além dos meus cadernos
domingo, 1 de julho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Parto em casa
- Mas por que você quer parir em casa? Você não tem medo não?
Fui questionada por uma mulher durante uma conversa na Marcha do Parto em Casa, em Natal, no domingo. Fiquei muito feliz pelo interesse dela em me ouvir. Desde que eu me envolvi no processo de fazer acontecer e de informar aos amigos e familiares da minha escolha em realizar o parto em casa, várias pessoas vieram com histórias bizarras, fizeram caras de desaprovação, de pavor, me chamaram de louca, de irresponsável e absolutamente todas se basearam no achismo para expressar suas opiniões de repúdio à minha decisão. Bom, eu não vou privar ninguém de expressar sua opinião, mas peço que não o façam comigo também. Peço que escutem, assim como eu faço quando falam.
As obstetras em que estive nem cogitaram a possibilidade de eu querer um parto em casa. Ninguém nunca me perguntou nada. A única a quem disse que queria um parto sem nenhum tipo de intervenção farmacológica ou com cortes, falou que eu viajava na maionese. ENTÃO EU ME INQUIETO mais uma vez.
Me inquieto com a falta de sensibilidade de qualquer pessoa de se pronunciar julgando a minha opinião sem ao menos ouvir o que tenho a falar. FALTA DE SENSIBILIDADE. Principalmente dos médicos que encontrei no caminho que não me apoiaram na minha escolha e nem sequer me deram a possibilidade de eu me colocar.
SIM EU TENHO O PODER DE ESCOLHER ONDE, COMO E COM QUEM EU QUERO PARIR.
E essa é uma discussão importante. Quando que parir em casa deixou de ser possibilidade de escolha de alguém? Quando que se deixou de ser humano para que tivéssemos que humanizar algo?
E se você tá achando que esse desabafo só está relacionado às gestantes, algo está muito errado na bolha que você vive. É por isso que a situação da saúde é a que é. Ninguém quer ouvir ninguém. Ninguém quer sentir nada. E é por isso que eu admiro profissionais sensíveis à realidade do outro, não só na área da saúde, mas em qualquer área.
Mais sensibilidade
Mais amor
pro mundo
pra mim
e
pra você.
Gabriella Vinhas
Fui questionada por uma mulher durante uma conversa na Marcha do Parto em Casa, em Natal, no domingo. Fiquei muito feliz pelo interesse dela em me ouvir. Desde que eu me envolvi no processo de fazer acontecer e de informar aos amigos e familiares da minha escolha em realizar o parto em casa, várias pessoas vieram com histórias bizarras, fizeram caras de desaprovação, de pavor, me chamaram de louca, de irresponsável e absolutamente todas se basearam no achismo para expressar suas opiniões de repúdio à minha decisão. Bom, eu não vou privar ninguém de expressar sua opinião, mas peço que não o façam comigo também. Peço que escutem, assim como eu faço quando falam.
As obstetras em que estive nem cogitaram a possibilidade de eu querer um parto em casa. Ninguém nunca me perguntou nada. A única a quem disse que queria um parto sem nenhum tipo de intervenção farmacológica ou com cortes, falou que eu viajava na maionese. ENTÃO EU ME INQUIETO mais uma vez.
Me inquieto com a falta de sensibilidade de qualquer pessoa de se pronunciar julgando a minha opinião sem ao menos ouvir o que tenho a falar. FALTA DE SENSIBILIDADE. Principalmente dos médicos que encontrei no caminho que não me apoiaram na minha escolha e nem sequer me deram a possibilidade de eu me colocar.
SIM EU TENHO O PODER DE ESCOLHER ONDE, COMO E COM QUEM EU QUERO PARIR.
E essa é uma discussão importante. Quando que parir em casa deixou de ser possibilidade de escolha de alguém? Quando que se deixou de ser humano para que tivéssemos que humanizar algo?
E se você tá achando que esse desabafo só está relacionado às gestantes, algo está muito errado na bolha que você vive. É por isso que a situação da saúde é a que é. Ninguém quer ouvir ninguém. Ninguém quer sentir nada. E é por isso que eu admiro profissionais sensíveis à realidade do outro, não só na área da saúde, mas em qualquer área.
Mais sensibilidade
Mais amor
pro mundo
pra mim
e
pra você.
Gabriella Vinhas
segunda-feira, 14 de maio de 2012
viagem contínua
viajo no abstrato
do mundo meu
interno
umbigo
indivíduo
alidade?
egoísmo?
Essência, talvez
Deixa o abstrato
se defnir
infini
ta
mente
do mundo meu
interno
umbigo
indivíduo
alidade?
egoísmo?
Essência, talvez
Deixa o abstrato
se defnir
infini
ta
mente
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Levida
um poema inspirado na vida que carrego
e nas mulheres que carregam vidas também
Levida
gestar
vida
gestacionar
ativa
vidas que multiplicam
o amor cósmico
universal
que dá leveza
sobrenatural
que nem Mãe Natureza
vital
vital
vital
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Sobre o gestar
O primeiro trimestre é chatinho, digamos. As mudanças acontecem tão rápido que o corpo te pede pra dormir bastante e pra tomar muito cuidado com o que come. É você se adaptando a nova vida dentro de você. Os seios doem, o quadril cresce e eu torci pra barriga crescer logo. Queria mostrar pro mundo todo que eu carregava uma vida. Me disseram que o primeiro e o último trimestre são os piores. "Piores?" eu pensei. Como pode ser ruim a época mais doce que já vivi na minha vida? Tudo bem que coma gravidez vem alguns sintomas, mas poxa! Isso não é uma coisa ruim. Isso é pura adaptação e preparação de uma vida dentro da outra. E isso é incrível! Acho que a sociedade está acostumada demais a não se sentir, escutar e entender seu corpo, numa busca esquisita e artificial por anestesias e distanciamento do que é seu. A gravidez é um reencontro. Reencontro com eu mulher, leoa, matrona, cuidadora. Reencontro com a força interior que as mulheres particularmente possuem. É renovação e empoderamento do seu potencial energético. Até então, na 20ª semana de gestação, não há dor nas costas que supere o sentimento de plenitude que carrego em meu ventre e em meu coração. Emana amor. Eu gostaria que todas as mulheres quisessem reconhecer seu eu mulher ancestral, seu poder Feminino e Sagrado de sensibilizar e de manipular a energia vital do Universo a favor da Humanidade. A gradecer a mãe Natureza. As mães não são normais. São seres especiais, com missões especiais pra esse povo todo.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Can't help but smile
Devendra Banhart provavelmente adicionou uma porção mágica ao criar
a música "Can't help but smiling" do último cd dele (What will we be).
Todas as vezes que essa música toca, eu começo a sorrir. É impressionante,
quando menos espero, já me pego sorrindo, com vontade de fazer uma dancinha.
Aquele sorriso bem verdadeiro, quase que inconsciente sabe?
Aquele sorriso besta de gente apaixonada. Aquele sorriso tão natural que a pessoa
só percebe que está sorrindo depois que já estava rindo. O sorriso que a alma usa
o rosto para expor uma energia tão boa e leve como a do amor.
fora o sorriso, ainda ensaio uma tentativa de dança com balanços de ombrinho,
sentindo como se a música me abraçasse de maneira surreal.
é bom demais sentir isso, pelo tempo suficiente para que seja curtido, percebido e sentido
assim, sem bater na porta antes.´
Será que esse efeito é só em mim?
ficaadica: www.devendrabanhart.com
além do design ser fabuloso, dá pra escutar as músicas do último cd e balançar
ao som de Can't Help but Smiling.
a música "Can't help but smiling" do último cd dele (What will we be).
Todas as vezes que essa música toca, eu começo a sorrir. É impressionante,
quando menos espero, já me pego sorrindo, com vontade de fazer uma dancinha.
Aquele sorriso bem verdadeiro, quase que inconsciente sabe?
Aquele sorriso besta de gente apaixonada. Aquele sorriso tão natural que a pessoa
só percebe que está sorrindo depois que já estava rindo. O sorriso que a alma usa
o rosto para expor uma energia tão boa e leve como a do amor.
fora o sorriso, ainda ensaio uma tentativa de dança com balanços de ombrinho,
sentindo como se a música me abraçasse de maneira surreal.
é bom demais sentir isso, pelo tempo suficiente para que seja curtido, percebido e sentido
assim, sem bater na porta antes.´
Será que esse efeito é só em mim?
ficaadica: www.devendrabanhart.com
além do design ser fabuloso, dá pra escutar as músicas do último cd e balançar
ao som de Can't Help but Smiling.
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